A Nortel tem tudo em EPIs para você

SEGURANÇA NA MEDIDA CERTA

Se o foco é o bem-estar do colaborador, o preço não pode ser o único fator a ser avaliado na hora de comprar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Afinal, esses itens são fundamentais para a preservação e a qualidade de vida. Da mesma forma, não é preciso gastar com itens desnecessários às atividades desempenhadas pela empresa. O Coordenador de Produtos do Grupo Rexel Brasil, Diogo Becari, dá algumas dicas sobre o tema:

– Quais são os EPIs que não podem faltar dentro das indústrias?

Depende das atividades desempenhadas por cada empresa e, consequentemente, dos respectivos riscos aos quais os trabalhadores são expostos. Por exemplo: se existe ruído no ambiente, o protetor auricular não poderá faltar; já se há presença de poeira e/ou névoas, tornam-se necessários os respiradores.

– E quanto ao selo de conformidade expedido pelo Inmetro?

Ele também deve estar gravado no equipamento. Vale destacar que os capacetes foram os primeiros a serem regulamentados, em 2010. Os respiradores descartáveis ganharam o certificado em 2011. E os cintos de segurança receberam o selo um pouco depois, em 2014.

– Quais são os certificados que atestam a qualidade dos EPIs?

O EPI só é considerado um equipamento de proteção quando possui o Certificado de Aprovação (C.A.), que é expedido pelo Ministério do Trabalho após o produto passar por testes em laboratórios credenciados. Alguns itens – como capacetes, cintos de segurança e respiradores descartáveis – devem, ainda, ter o selo do Inmetro.

– Como é possível identificar se o produto possui o certificado C.A.?

Ele deve estar gravado no próprio equipamento. Já a sua validade pode ser consultada no site do Ministério do Trabalho e do Emprego (M.T.E), em http://portal.mte.gov.br/portal-mte/.

– Quais são os tipos de problemas gerados pela compra do EPI errado?

São muitos. Primeiramente, o colaborador torna-se uma potencial vítima de acidentes, inclusive com riscos de lesões sérias e, até mesmo, de morte. Além disso, os equipamentos de qualidade ruim são desconfortáveis e podem ser utilizados de maneira incorreta. Sem contar que a durabilidade é menor, gerando ainda mais custos para a empresa. Vale pontuar que a utilização correta do EPI não evita o acidente, mas sim a lesão que o mesmo pode causar ao trabalhador.

– Segundo a lei, organizações com menos de 50 empregados não são obrigadas a manter uma equipe de segurança do trabalho. Dessa forma, o que elas devem fazer para manterem-se seguras?

Por não possuírem profissionais da área de segurança, essas empresas nomeiam pessoas despreparadas para a compra dos EPIs. Nesses casos, parceiros como a Nortel e a Etil podem ajudar, uma vez que englobam um time técnico voltado ao segmento e, após análise e laudos, poderão sugerir os equipamentos apropriados. Outra opção é solicitar a ajuda de um representante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), já que todas as organizações devem ter pelo menos um representante treinado, com no mínimo 20 horas de curso.

 

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